Domingos Violeta compreende duas ações: uma explosão de fumaça e uma distribuição de algodão doce, ambos na cor densamente violeta.
A fumaça propoe significados paradoxais, pois ao mesmo tempo em que alude a violência e a guerra tambem esta ligada à celebração. Tanto a matéria quanto o seus significados são instáveis. As ações da fumaça foram programadas para os domingos e duraram de 15 a 20 minutos no rio Guaíba. A escolha do domingo responde a vontade de compartilhar essa escultura momentânea com a cidade, no local e no dia de maior visitação publica em Porto Alegre.
Para enfatizar o componente da instabilidade, propus a ação do algodão doce, que possibilita ao espectador não apenas visualizar a fumaça como experimentar sua textura, sempre em transformação. A distribuição do algodão doce ocorreu nas tardes de quinta-feira a domingo na região do Gasômetro.
A cor viloleta possui um dos menore de onda da luz visível, é a última cor visível no espectro, a cor mais próximo do indistinguível.
C. S.
2009
Instalação
Obra na 7ª Bienal
Foto: Laura Lima
Instalação na 7ª Bienal do Mercosul
Foto: Del Re/Stein
Vista de la obra en la exposición Ficções do Invisível, en la 7ª Bienal
Foto: Del Re/ Stein
2009
Metal, pele bovina, espelho
Fotografia: Laura Lima
2009
Metal, pele bovina, espelho
Fotografia: Del Re/Stein
2009
Site Specific
Fotografia: Del Re/Stein
1969
Texto datilogarafado sobre papel
Coleção do artista, RJ
Fotografia: Del Re/Stein
1969
Texto datilografado sobre papel
Coleção do artista, RJ
Fotografia: Del Re/ Stein
1969
Texto datilografado sobre papel
Coleção do artista, RJ
Fotografia: Del Re/ Stein