teatro

  • Véronique Doisneau
    A austeridade é explorada em Véronique Doisneau (2004), registro fílmico da coreografia de Jérôme Bel na qual o artista desmitifica a instituição da dança. Bel coloca em cena, sozinha, a Doisneau, bailarina do corpo de baile do Ballet de L´Opéra de Paris, que durante 35 minutos relata ao público a sua experiência dentro da poderosa instituição francesa, expondo seus sucessos, seus fracassos e os detalhes mais áridos e objetivos de seu trabalho, incluindo seu salário. Bel propõe um grau zero da dança, exibindo o processo criativo, despojado, cru, sem ornamentos nem retórica. Põe em cena o que há por trás da cena; exibe e socializa um processo que usualmente se desenvolve apenas no âmbito do ensaio ou do atelier. Na 7ª Bienal, apresentamos nas salas o filme documentário da performance Véronique Doisneau (dirigido por Bel e Pierre Dupouey) e, no Theatro São Pedro, Isabel Torres, obra gêmea criada para o Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 2005.
  • Musicircus
    Musicircus

    Porcos com asas (Fragmento da peça Fando e Lis)

    Teatro

    Musicircus. Porto Alegre, 17 de outubro de 2009

    Fotografia: Del Re/Stein

    despojamento / encontro / escuta / fantasia / invenção / John Cage / linguagem / por em cena / simplicidade
  • Veronique Doisneau
    Veronique Doisneau

    Obra de Jérôme Bel

    Visita de professores à mostra Ficções do Invisível

    Fotografia: Flávia de Quadros

    Ficções do Invisível / Jérôme Bel
  • Isabel Torres
    Isabel Torres

    2009

    Isabel Torres, de Jerôme Bel, no Theatro São Pedro, Porto Alegre, no dia 17 de outubro de 2009.

    Performance na 7ª Bienal do Mercosul.

    Fotografia: Cristiano Sant'Anna

    desaprender o aprendido / desmistificação / despojamento / Ficções do Invisível / fragilidade / intimidade / Jérôme Bel / linguagem / subversão de estereótipos e convenções
  • Isabel Torres
    Isabel Torres

    2009

    Isabel Torres, de Jerôme Bel, no Theatro São Pedro, Porto Alegre, no dia 17 de outubro de 2009.

    Performance na 7ª Bienal do Mercosul.

    Fotógrafo: Cristiano Sant'Anna

    desaprender o aprendido / desmistificação / despojamento / Ficções do Invisível / fragilidade / intimidade / Jérôme Bel / linguagem / subversão de estereótipos e convenções
  • Se apagariam as fronteiras...
    \\\"A pergunta \\\"é Beckett irlandês?\\\" nos levou a formular uma pergunta prévia: o que é ser irlandês, ou argentino? Como aplicar o modelo de literatura nacional desenvolvido por nações-estado homogêneas e dominantes, em culturas dominadas, periféricas ou heterogêneas? Yeats via a criação de uma cultura genuinamente irlandesa como um processo de depuração, de purificação de tudo o que fosse estrangeiro, até que restasse apenas o irlandês. Joyce abraçou a heterogeneidade como programa, e se propôs apagar as fronteiras desenvolvendo o irlandês até que todo o estrangeiro lhe pertencesse. Beckett talvez tenha seguido Yeats, mas descobriu que se a depuração da Irlanda de todo o estrangeiro era levada até as últimas consequências não restaria nada, mas que nesse nada, curiosamente, o projeto de seu mestre Joyce ficaria confirmada: novamente se apagariam as fronteiras entre Irlanda e o mundo.\\\" - Carlos Gamerro, \\\"A tensão entre o irlandês e o universal em Esperando Godot de Samuel Beckett.\\\" Comunicação pessoal. Trad. Gabriela Petit.
  • Curtain
    \\\"É a partir da CURTAIN que o espetáculo de fato começa. Não o objeto físico CURTAIN, mas o separador PALCO/PLATEIA, que transforma BREATH, não numa instalação, mas num espetáculo de teatro e, portanto, tão mais notável por isso. Se o público entrar no espaço e logo de cara ver o entulho no chão, o efeito que Beckett pretendia - o absurdo da duração do evento, para um espetáculo teatral - se perde completamente. E BREATH tomaria outra forma, a de escultura, instalação, perdendo sua característica original de peça de teatro, seu impacto. O entulho não tem nenhum poder em BREATH fora da encenação como um todo. O entulho é personagem, parte da obra, não a obra em si. Percebi, portanto, que a tal CURTAIN precisa existir. Naturalmente, a ideia de uma cortina física, que se abre a cada início de \\\"espetáculo\\\", não me apetece minimamente, mas pensei na solução de uma divisão física que funcionasse como uma cortina apenas no sentido de limitação espacial e encobrimento do entulho. E que tivesse uma forte conotação de elemento teatral.\\\" - Daniela Thomas, comunicação via e-mail do 11 de agosto de 2009.
  • Espetáculo
    Espetáculo

    2009

    Performance no Theatro Sao Pedro

    Fotógrafo: Cristiano Sant´Anna

    artista como ator social / despojamento / Ficções do Invisível / Luiz de Abreu
  • O samba do crioulo doido
    O samba do crioulo doido

    2004

    Performance

    Fotografia: Antoine Tempé

    Ficções do Invisível / Luiz de Abreu