ANA LIRA CONVIDA MARTA SUPERNOVA, OLA ELHASSAN E SUELEN MESMO

Chama

2017/...

Ana Lira (Caruaru, 1977) convida
Marta Supernova (Rio de Janeiro, 1994),  
Ola Elhassan (Khartoum, Sudão, 1990) e

Suelen Mesmo (Porto Alegre, 1996)


Instalação sonora com rádio online, livros de artista e tecelagem

581 x 844 cm

Colaboração Mateus Winkelmann

Coleção da artista

Saberes coletivos e suas articulações, transmissão oral de conhecimento, diáspora negrodescendente, dinâmicas de colonização-repressão, migração e deslocamento, produção poética, camadas de visibilidade, lugar de pertencimento, mediação, processos de tradução/não-tradução e seus significados são conceitos chave na prática da jornalista, especialista em Teoria e Crítica da Cultura e fotógrafa Ana Lira. Como a invisibilidade pode ser uma forma de poder? Essa é uma das perguntas que Lira persegue no projeto Chama (2020), um ciclo de experimentações sensoriais criadas por meio da poesia e da música da diáspora afro-ameríndia, através do qual os participantes entram em contato com os conteúdos compartilhados e, sem a imposição de processos de tradução, constroem outros meios de conexão com eles. Dividido entre o espaço expositivo, onde fica a instalação sonora, e espaço de celebração coletiva e mediação em territórios negros de Porto Alegre, o Chama articula os conceitos chave da artista por meio do que ela denomina vivência-das-entrelinhas.

Escute os programas do projeto CHAMA:

www.mixcloud.com/chamanoar

www.instagram.com/chamanoar  

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