INSTITUTO LING

Terça a sábado, das 10h30 às 20h (exceto feriados)

R. João Caetano, 440 - Três Figueiras



ARTISTAS:

Beatrice Wanjiku

Beatrice Wanjiku

Nairobi, Quênia, 1978. Vive e trabalha em Nairobi, Quênia.

Em sua obra, Beatrice Wanjiku lida com memórias, questões de gênero e reflexões sobre a humanidade a partir de um olhar que nasce de sua subjetividade para endereçar questões e histórias coletivas. A pesquisa de Wankiju centra-se em investigar como vivemos em um estado de permanente transição e adaptação, explorando como os ambientes socioculturais, econômicos e políticos em que vivemos nos afetam. As pinturas fazem parte de uma série em que a artista explora o útero como alegoria de começos, renascimentos e transições. O corpo humano é desconstruído e distorcido até os ossos, expondo a carne e os músculos que o formam, criando figuras que oscilam entre a realidade imaginada e o mundo concreto. Para a artista, o corpo sem pele é metáfora que aponta para a possibilidade de nos despirmos de nossas pretensões e desejos de poder como humanidade, abrindo espaço para explorarmos nossas vidas e o modo como influenciamos o entorno e expondo uma conexão universal.

Pedro Reyes

Pedro Reyes

Cidade do México, México, 1972. Vive e trabalha na Cidade do México, México.

Bilhões de sonhos são produzidos todas as noites e desaparecem ao alvorecer. A obra de Pedro Reyes tenta dar conta de capturar essas histórias, criando uma enciclopédia de sonhos. A Hypnopédia é construída a partir de uma pesquisa feita com o público. As pessoas foram convidadas a compartilharem seus sonhos, que foram reunidos em uma coleção de relatos os mais variados. A apresentação da obra no espaço se dá por meio de uma instalação que cria um lugar etéreo, um pouco surrealista, para o visitante relaxar e ouvir os sonhos.

Shabu Mwangi

Shabu Mwangi

Nairobi, Quênia, 1985. Vive e trabalha em Nairobi, Quênia.


As quatro pinturas apresentadas traçam uma jornada pessoal de esforço contínuo para compreender o equilíbrio entre as duas forças que nos impulsionam – o amor e a dor – e como reagimos de maneiras diferentes dependendo de qual das duas é dominante. Nesse conjunto de trabalhos, Shabu Mwangi volta seu olhar para dentro, concentrando-se em um exame de si mesmo. Preocupado com as questões de desigualdade social e a falta de empatia em relação às diferenças sociais, políticas, étnicas e religiosas, o artista busca, com sua produção, examinar o comportamento humano e a amnésia coletiva.